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As tardes de domingo

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As tardes de domingo podem ser a melhor coisa do mundo ou aquele momento que mais tememos.

Estudos confirmam que o domingo à tarde é a altura da semana em que há mais problemas cardíacos, em que as pessoas ficam mais tristes e deprimidas e em que há mais discussões entre os casais, não por ser domingo, mas porque é véspera de segunda-feira, o primeiro dia de trabalho da semana. Assim, o domingo é bom, porque podemos descansar, mas é menos bom porque no dia seguinte temos que regressar ao trabalho.

Há quem aproveite a tarde de domingo para ir ver um jogo de futebol ao campo da sua localidade, outros preferem dormir uma boa sesta (por vezes a tarde toda!) e outros, ainda, optam por se deitar no sofá a ver as séries ou filmes que estão a passar na televisão. Seja qual for a opção, o importante é que nos faça sentir bem.

Aqui estão dez sugestões para o seu domingo à tarde:

  1. ver um bom filme (no sofá ou no cinema)

  2. dar um passeio pelo campo

  3. ir visitar um lar de idosos

  4. ver um jogo de futebol, de basquetebol, uma corrida,…

  5. participar num evento desportivo

  6. ler um livro completo

  7. ver uma temporada completa de uma série nova

  8. organizar um lanche com amigos

  9. passear com os cães de um amigo ou de um vizinho

  10. arrumar um armário ou uma gaveta que há muito tempo a incomoda

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Higher Love | a preto e branco

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Uma imagem pode valer muito mais do que mil palavras, mas também acredito que as palavras podem complementar uma boa imagem e torná-la espetacular.

Há uns dias, uma amiga desafiou-me a participar num desafio no Facebook que consiste em publicar uma imagem a preto e branco por dia sobre a vida diária, sem qualquer comentário, sem retratar pessoas. Algo que parece tão simples, tão sem significado, acaba por revelar-se um profundo mergulho sobre nós, sobre aquilo a que damos importância, sobre a forma como olhamos o mundo.

Há quem passe tanto tempo “escondido” atrás de um telemóvel a tirar fotografias que nem dá pelo que acontece à sua volta. Com este desafio, pelo contrário, senti-me convidada a olhar o meu mundo diário de outra forma. A que é que dou valor? A que presto mais atenção? O que escolho do meu dia para fotografar?

No mês em que se celebra o amor, um desafio que parecia tão simples veio convidar-me a refletir sobre o Amor Maior, sobre tudo aquilo que realmente tem importância na vida. Sobre quem tem importância na minha vida. Sobre a Luz que me guia em cada momento. Através de cada fotografia, acabo por espelhar um pouco da minha alma e do meu coração. Afinal, as redes sociais podem ser uma fonte de introspeção e de crescimento pessoal, after all.

Este mês, os posts serão inspirados em títulos de canções com “love” no título. O de hoje, é inspirado em Higher Love, de Steve Winwood.

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Looking back | a agradecer em 2017

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O final do ano é, muitas vezes, uma altura em que nos debruçamos sobre os objetivos para o ano seguinte: o que queremos fazer, o que queremos deixar de fazer, quando queremos ganhar, quem queremos conhecer, para onde sonhamos viajar…

Também acontece olharmos para trás e ver o que correu mal. É habitual ouvir as pessoas dizer: este ano foi terrível porque aconteceu-me isto ou aquilo. Mas dos 365 dias que o ano teve, porque será que nos recordamos mais do que correu mal do que do que correu bem?

É importante neste momento olhar para trás, sem ressentimentos, e contar as bênçãos que tivemos. Para cada coisa que correu menos bem, vamos fazer o possível de nos lembrar de três que correram bem. Por exemplo: não me subiram o ordenado (negativo), mas mantive o meu emprego (positivo), estou efetiva (positivo) e gosto muito dos meus colegas de trabalho (positivo). Há que manter um racio de 3:1 de forma a que consigamos manter-nos positivos.

No final do ano, vamos fazer um exercício. Vamos lembrar – e registar por escrito – 12 coisas que temos a agradecer este ano de 2017. E vamos começar a fazê-lo todos os anos, no nosso diário, num caderno, no computador, onde quer que seja. Mas vamos fazê-lo, para honrar as bênçãos que nos foram dadas neste ano.

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Baby, it’s cold outside

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Com as tardes de frio, o mês de dezembro convida a um recolhimento, muito ao género hibernação, para que possamos sobreviver às intempéries do inverno.

Nestes momentos em que me aconchego a uma manta quentinha, com uma chávena de chá ou de cacau numa mão, um livro na outra e os meus cães aninhados aos meus pés, lembro-me daqueles que estão lá fora ao frio, sem ninguém que os acolha. Os sem abrigo. Os animais abandonados. Os dependentes de  substâncias que procuram algo que lhes dê força para darem mais um passo nas suas vidas destruídas. Os condutores profissionais que não podem escolher não ir trabalhar só porque está frio ou a chover torrencialmente. Os trabalhadores rurais, para quem não há inverno nem verão. Os homens do lixo que, para que possamos viver em condições de higiene, têm que literalmente mexer no nosso lixo para o tratar.

Baby, it’s cold outside. E se para mim é romântico, para muitos outros é um dia difícil. As minhas preces estão com eles.